Ruivinha
“As coisas mudam”, segundo a minha avó. Sempre achei essa expressão estranha, manjada, vaga, mas hoje reconheço o seu valor. Existem acontecimentos que passam naturalmente por nossa existência, não me lembro quando aprendi a andar, ou quando aprendi a amarrar os sapatos, entretanto, certas coisas acontecem com menos naturalidade, talvez por isso ficam para sempre em nossas memórias.
Dias observando corredores e jogando conversa fora, ideias malucas e, pronto! Fugindo da rotina encontra-se um amor. Não entendeu? Eu explico. Imaginem um rapaz em seus tempos de escola, ele é meio louco e tem amigos meio loucos também. Ele vive enclausurado na rotina dos corredores de sua escola, algo natural para sua vida. Um dia o rapaz e seus loucos amigos resolvem mudar algo, as ideias aparecem, assistem aula em uma outra sala, neste momento um novo ciclo social se abre e dele aparece uma certa pessoa ruiva e delicada. Lá está o amor!
O que falta para nossas vidas? Dinheiro, sucesso, amor? Uma mistura destes três itens e outros mais? Cabe apenas a cada um saber o que quer e o que pode, o único conselho que me cabe é: “Façam as coisas mudar”, não esperem a guerra para usarem as armas, mudem o caminho de volta, caminhões, ande em um. Acorde com o pé esquerdo e veja como seu dia irá melhorar. Não assista aos mesmos telejornais chatos, vá ver as estrelas. Mate aula de vez em quando (encontrei meu grande amor assim). Não leia textos como este, você pode ficar confuso.


Grande Jean, se for assim recomendo a todos que jamais leiam meu blog! E para quem já leu, desejo sinceramente uma memória curta.
ResponderExcluirMatando aulas não descobri o amor da minha vida, pelo contrário; foi assistindo a elas que a encontrei. Hoje pode até ser que mato umas aulas para encontrá-la. As responsabilidades existem, mas não faz mal algum fugir da rotina de vez em quando, certo?
Abraços, meu amigo